Eu!
Prisioneiro meu
Descobri no brêu
Uma constelação...
Céus!
Conheci os céus
Pelos olhos seus
Véu de contemplação...
Deus!
Condenado eu fui
A forjar o amor
No aço do rancor
E a transpor as leis
Mesquinhas dos mortais...
Vou!
Entre a redenção
E o esplendor
De por você viver...
Sim!
Quis sair de mim
Esquecer quem sou
E respirar por ti
E assim transpor as leis
Mesquinhas dos mortais...
Agoniza virgem Fênix
O amor!
Entre cinzas arco-íris
Esplendor!
Por viver às juras
De satisfazer o ego mortal...
Coisa pequenina
Centelha divina
Renasceu das cinzas
Onde foi ruína
Pássaro ferido
Hoje é paraíso...
Luz da minha vida
Pedra de alquimia
Tudo o que eu queria
Renascer das cinzas...
E eu!
Quando o frio vem
Nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer
A luz da escuridão
E a dor revela a mais
Esplêndida emoção...
O amor!
Quando o frio vem
Nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer
A luz da escuridão
E a dor revela a mais
Esplêndida emoção...
Quando o frio vem
Nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer
A luz da escuridão
E a dor revela a mais
Esplêndida emoção
O amor!...(2x)
terça-feira, 20 de abril de 2010
E das cinzas... ele renasce, belo e imortal, como antes visto...

O amor... comparado a fênix, se apropria de todos os seus atributos, entre eles o de renascer, ser imortal, belo...
Os olhos viram, o coração pediu,
o amor renasceu dentro de mim,
reativando fantasias e desejos
Relembrando a magia de um beijo
Que minha boca jamais esqueceu
reativando fantasias e desejos
Relembrando a magia de um beijo
Que minha boca jamais esqueceu
Ressuscitando situações de amor vividas
Em meu ser ainda latentes
Tal qual selecionadas sementes
Que julgava mortas mas
estavam só adormecidas
E ao primeiro toque de amor voltaram a brotar
Permitindo novamente desabrochar
Uma vida amorosa até então enclausurada
Foi assim ao encontrar a pessoa amada
E redescobrir nela um alento para o tempo perdido
O amor, da vida o verdadeiro sentido!
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